Bolinhos de Santoro

 




Ingredientes:



1 kg de farinha sem fermento

100g de manteiga amolecida

140g de açúcar amarelo

20g de mel

1 c. de chá de canela em pó

1 c. de chá de erva doce

1 c. de café de noz moscada

1 c. de chá de sal

200ml de água morna

1 laranja

5 ovos L

150g de nozes

50g de arandos ou sultanas

1 saqueta de fermento de padeiro seco

1 gema + 1 c. de sobremesa de leite para pincelar

açúcar branco, para polvilhar

 

 



Preparação:

Dilua o fermento na água morna.

Numa taça coloque todos os ingredientes secos, mexa.

Vaze para a taça da batedeira e coloque o gancho. Adicione a água com o fermento e bata.

Junte os ovos um a um, sempre a bater em cada adição. Adicione a manteiga e o mel. Bata novamente até a massa despegar do gancho.

Adicione os frutos secos e envolva.

Tape com um pano e deixe levedar durante uma hora.

Faça bolas de 30 a 40g cada, coloque-as num tabuleiro forrado com papel vegetal.

Bata a gema com o leite e pincele as bolas. Salpique com açúcar. Deixe a descansar mais 15 minutos.

Leve ao forno pré aquecido a 200º, durante 25 minutos.

Retire do forno e ponha os bolos a arrefecerem numa grade.

Bom Apetite.

 

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Óbidos: O enigma da cruz do Santuário do Senhor Jesus da Pedra

 



A “romaria” de visitantes que nos dias de hoje se realiza a Óbidos foi no passado ao Senhor Jesus da Pedra. O santuário situa-se nas imediações da vila, junto à estrada para as Caldas da Rainha. Destaca-se pelo volume do edifício. No interior tem uma cruz de pedra enigmática.




A igreja é de grande dimensão, de cor clara e com telhados de cores vermelha e verde.

O edifício ganha maior destaque porque tem um enorme terreiro em frente, na direção das muralhas de Óbidos.


“Vê-se do castelo. Como há muita gente que visita a vila e o castelo, ficam intrigadas com este templo.” Alguns satisfazem a curiosidade e “vêm ver uma igreja magnifica."

"Ultrapassa as expectativas das pessoas. É um templo do século XVIII e que hoje marca, como no passado, a região Oeste e em particular Óbidos.”

O santuário começou a ser construído em 1740, mas nunca foi acabado. Faltam, por exemplo, os carrilhões nas torres, tal como no convento de Mafra, que foi construído um pouco antes.

 




É uma das obras que se destaca no período de D. João V e é de estilo barroco. O rei deu um forte acrescento às esmolas que sustentaram a construção. D. João V passou várias vezes a caminho das Caldas da Rainha para tratamento nas termas.

O rei não foi o único devoto do Senhor Jesus da Pedra.


Trata-se de uma cruz em pedra que podemos ver no altar-mor da igreja e que motivou grandes romarias. Tosca, com muitas saliências na superfície, a cruz tem esculpida no centro a figura de Cristo. Numa dimensão reduzida e é uma representação fora do comum. Enigmática e, para muitos, milagrosa.

“Há muitas lendas, não há nada documentado, mas gerou grandes peregrinações. Nomeadamente a de 1738 em que Óbidos teve graves problemas para dar água às pessoas que aqui estavam. Foi um marco muito importante de peregrinações como devoção à cruz. Já desde aquela altura a cruz era tida como milagrosa.”



A cruz está no altar-mor, é o elemento central. “Esta cruz estava na capela da Memória. Esta igreja foi construída para se colocar a cruz na sua capela mor.”

A capela da Memória ficava a algumas centenas de metros. Era uma construção de madeira. A atual igreja, apesar da decoração simples, tem sinais de grandiosidade. A fachada, as torres laterais com enormes janelas invertidas e sinos são alguns exemplos.




O interior tem mais duas capelas, com pinturas que representam Nossa Senhora da Conceição e a Morte de S. José.

O altar-mor é o que mais se destaca e as enormes colunas são em madeira. Parecem mármore pela perfeição do trabalho.


Nas paredes há ainda 12 estátuas representativas dos Apóstolos.

A entrada principal e a fachada do edifício estão viradas para Óbidos e o complexo foi ainda composto por um albergue para os peregrinos, uma cavalariça e um chafariz que precisa de ajuda milagrosa do Senhor da Pedra.



“É de estilo rococó. É um chafariz espaldar. Magnífico. Eu, todos os dias que entro nesta igreja, peço a Deus para ele não cair.” O lamento de Isabel Félix é correspondido por outros visitantes face à degradação do chafariz. A parede dá sinais de fraqueza, as fissuras são bem visíveis e os estragos são mais visíveis no trabalho em reboco, branco e azul, que decora o chafariz.







“Esta igreja foi concebida ao mesmo tempo do chafariz. Era importante que as pessoas quando chegassem tivessem água para beber. Ao fim de uma jornada de vários dias.”

É no terreiro em frente do chafariz e da igreja que a 3 de Maio, dia de Santa Cruz, se realiza a romaria.

O Santuário do Senhor Jesus da Pedra está classificado como Monumento de Interesse Público.




 

Os moinhos de vento da Serra da Atalhada

 



A localização geográfica, a altitude e a existência de zonas ventosas propiciaram, durante anos, que os habitantes do concelho de Penacova aproveitassem a força da natureza construindo moinhos que, movidos pelo vento, transformavam os cereais em farinha. Com o tempo a atividade foi abandonada e os engenhos entraram em ruína. 

 


 Felizmente, estão a ser recuperados e hoje lugares como a Serra da Atalhada encantam quem os visita.

 




No topo da Serra da Atalhada, como sentinelas vigiando o território, encontramos moinho, atrás de moinho. São mais de 20 no total, todos em fila. Imponentes, como aqueles que D. Quixote confundiu com gigantes e enfrentou em batalha, ou talvez poéticos como os de Fernando Pessoa — movidos não à força de vento ou água, mas de mágoa… tudo depende do estado de espírito.

O que importa, realmente, é que a paisagem é linda de morrer!


Vistas panorâmicas, flores por todo lado — afinal, é primavera —, e um bem-vindo silêncio, só interrompido pelo zumbido das abelhas e pelo ocasional chilrear de um passarinho.

 


 

Não deve ser sempre assim. Muitos destes moinhos, parece-me, são agora alojamentos locais e no verão a área deve se encher de pessoas e de movimento, mas no início de abril a tranquilidade era total.

 


 

Observei os moinhos com atenção. Alguns ainda estão degradados, mas a maioria foi completamente restaurada. Penacova possui um dos maiores núcleos molinológicos do país e é um gosto perceber que está a cuidar bem desta parte importante da sua cultura, pois, se no passado estes engenhos constituíram uma fonte de rendimento e uma forma de subsistência, hoje são uma mais-valia patrimonial para o turismo local.


 

 


 

Azenhas do Mar: a aldeia que parece uma pintura

 



A região de Sintra tem lugares, que de tão belos, parecem aguarelas pintadas por um talentoso artista. A aldeia das Azenhas do Mar, é claramente, um desses lugares.





Esta aldeia foi uma das 14 aldeias finalistas das 7 Maravilhas de Portugal e basta vislumbrar de longe o seu pitoresco casario, empoleirado como um presépio, nas falésias sobre o mar, para perceber porquê.



Localizada na freguesia de Colares, a aldeia das Azenhas do Mar desenvolveu-se ao longo da ribeira do Cameijo que corre para o Atlântico e quebra as arribas da costa. As muitas azenhas (moinhos de água) que existiam no local deram o nome a esta antiga povoação cuja verdadeira origem se perde na memória dos tempos. Pensa-se, contudo, que os primeiros moinhos de água datam do período da ocupação árabe.

É uma obra-prima da arquitetura popular e tem vários palacetes e edificações de interesse histórico, particularmente no estilo Português Suave — uma corrente arquitetónica que procurou criar uma arquitetura "genuinamente portuguesa”.






Um dos mentores desta corrente foi o arquiteto Raul Lino, teorizador da casa portuguesa, que criou um estilo em que características modernistas da engenharia eram disfarçadas por uma mistura de elementos estéticos exteriores, nomeadamente painéis de azulejos, inspirados na arquitetura portuguesa dos séculos XVII e XVIII e nas casas tradicionais das várias regiões de Portugal.


 


Foi aqui que em 1927 foi construída a Escola Primária, que serviu de modelo aos edifícios das escolas primárias do Estado Novo. Elaborada pelo arquiteto Raul Martins, o edifício tem como destaque um painel de azulejos com momentos ilustrativos da História de Portugal.

 




Tradicionalmente, para além da atividade de moagem, a população das Azenhas do Mar vivia da pesca, recolha de mariscos (percebes e lapas) e da agricultura, com especial relevo para o vinho.

Torta de Laranja ...húmida e deliciosa

 



Ingredientes

6 ovos
1 colher de sobremesa de farinha Maizena
2 dl de sumo de laranja
Raspa de uma laranja
270gr de açúcar
Açúcar pilé para enrolar

Preparação

Untar um tabuleiro com manteiga, cobrir com papel vegetal também untado. Reservar.
Numa taça misturar todos os ingredientes e deitar no tabuleiro.

Cozer em forno brando (no meu forno 170º) durante aproximadamente 20 minutos .

Espalhar o açúcar pilé sobre um pano e deitar sobre ele a torta. Retirar o papel vegetal e enrolar com a ajuda do pano.

Passar para o prato de servir (aí é que a porca torce o rabo)


Levar ao frio. Depois, é cortar uma fatia, e depois outra... porque é mesmo deliciosa!!

Fortaleza de Juromenha

 



Fortaleza de Juromenha (Séc. XVII), foi em tempos remotos considerada uma das chaves da fronteira do Alentejo.


Construída no período entre a Guerra da Restauração e a Guerra Peninsular (terceiro quartel do século XVII), no local ponde existiu um castelo medieval, a fortificação é considerada do tipo misto, apresenta planta poligonal, composta por duas cinturas de muralhas, uma interna, onde se inscreve a antiga Torre de Menagem, e outra, externa, do tipo abaluartado no sistema de Vauban, onde se observa a presença dos diversos elementos deste tipo de fortificação: cortinas, revelins, fossos-secos, canhoneiras e outros.

 


 

No interior das suas muralhas foram edificadas a Igreja Matriz e a Igreja da Misericórdia, bem como reedificado o antigo Paço do Concelho e cadeia. Uma cisterna de planta rectangular, abastecia a guarnição e os habitantes.

 

 


As primeiras referências ao sítio da Juromenha datam da segunda metade do século IX. Durante mais de duzentos anos este local foi considerado a praça-forte de defesa da zona de Badajoz, pertencendo desde o século X ao Califado de Córdova. Em 1167 D. Afonso Henriques conquistou a fortaleza, mas esta voltaria ao domínio do Califa Almasor em 1191. 

 


Este espaço de defesa do Guadiana só seria definitivamente reconquistado pela Coroa portuguesa em 1242.
Apesar de ter sido objecto de uma total reconstrução em 1312 por ordem de D. Dinis, a fortaleza foi entrando em progressiva decadência a partir do século XVI, só sendo revitalizada no período pós-Restauração, devido à sua importância estratégica.


No ano de 1644 eram apresentados ao Conselho de Guerra de D. João IV três planos de fortificação de Juromenha, que tinham como objectivo adaptar a velha fortaleza medieval à artilharia seiscentista. 

O da autoria do Padre João Cosmander, foi escolhido pelo Conselho, embora algum tempo depois as obras tenham sido interrompidas devido aos elevados custos materiais e à inviabilidade técnica do mesmo. Sendo então o plano, da autoria do engenheiro francês Nicolau de Langres, aprovado em 1646.


(38°44'16.89"N 07°14'22.97"W). Juromenha – Alandroal – Évora - Alentejo – Portugal


Pão por Deus: uma tradição muito portuguesa celebrada no dia de Todos os Santos.

 


O Pão Por Deus é uma tradição bem Portuguesa, mas a sua origem evolução e história até hoje é algo fascinante. Por vezes no entanto pensamos que poderá estar ameaçado por um Halloween que até poderá ter raízes longínquas partilhadas.

A globalização tem cada vez implementado mais o Halloween entre os Portugueses. O fenómeno da televisão, e mais recentemente a Internet, trazem até nós esta festividade anglo-saxónica.


As Origens Pagãs

As oferendas aos mortos nestas alturas do ano são comuns em diversas culturas pagãs, incluindo as celtas que habitaram o que é hoje Portugal.

Tendo em conta que muitas teses apontam a origem do Halloween como festividades célticas é interessante ver as semelhanças e desenvolvimento de ambos.

Também sabemos que muitas festas pagãs foram aos poucos tomando roupagens Cristãs, e a pouco e pouco se fundiram.

A Origem do Pão Por Deus Cristão
Com o passar dos anos foi cada vez mais promovido pela Igreja Católica o culto dos mortos, e a tradição de reservar lugar à mesa, e também de deixar comida para os mesmos.

Começou também o costume de deixar o primeiro pão de uma fornada nesta altura à porta da casa tapado por um pano. Seria para honrar os mortos, mas a intenção era também quem de mais pobre por ali passasse tomasse a parte física para si.

Assim este pão para os fieis defuntos começou a ter a vertente de partilha com quem necessitava.


O Terremoto de 1755

Um dos dias mais negros da história de Portugal é o de 1 de Novembro de 1755. Neste Dia de Todos os Santos, Lisboa viria a sofrer a maior catástrofe da sua história, sendo muito do país também afectado por ela.

Aí os afectados por tal tormenta foram a quem algo salvou pedir Pão Por Deus, tentando ter algo para matar a fome, aos que sobreviveram à catástrofe,

Relatos contam que nos anos seguintes nesse mesmo dia se aumentou o costume do Pão Por Deus, em jeito de celebração e agradecimento a quem tinha sobrevivido. Talvez por isso esta tradição seja tradicionalmente mais forte na região da grande Lisboa.


A Evolução até aos dias de Hoje

Com o passar dos anos progressivamente passou a ser cada vez mais um peditório das crianças. No século XX, onde os registos são mais constantes e fiáveis, começamos a ver muito o Pão Por Deus como a festa das Crianças.

Neste dia as crianças de manhã cedo iam de porta em porta a pedir o Pão Por Deus. Recebendo tradicionalmente frutos secos, romãs, pão e bolos.

Nos anos mais recentes, e mesmo contando alguns ciclos de menor fulgor, começou a ver-se cada vez mais como um dia em que as crianças pedem de porta em porta doces, sendo que ainda se continua a ver alguns frutos secos.

O saco de pano do Pão Por Deus é muito comum em todos estes registos, e nos dias que correm continua a existir, sendo que com a Internet temos visto muitos pequenos negócios a vender até versões personalizadas dos mesmos.


O Doçura ou Travessura Português

Um dos pontos de enfoque da cultura popular americana, que nos chega pela televisão e Internet, é a doçura ou travessura. É, no entanto, engraçado ver que algo semelhante existe tradicionalmente registado em Portugal.

As rimas e cantigas são normalmente descritas quando as crianças batem à porta. E em alguns casos vemos que detêm estrofes de agradecimento a quem oferta doces, mas menos simpáticas para quem não o faz. 



A Cantiga Inicial

Bolinhos e bolinhós
Para mim e para vós,
Para dar aos finados
Que estão mortos e enterrados

À bela, bela cruz
Truz, Truz!

A senhora que está lá dentro
Sentada num banquinho
Faz favor de s’alevantar
Para vir dar um tostãozinho

A resposta nas casas em que são ofertados doces.

Esta casa cheira a broa,
Aqui mora gente boa.
Esta casa cheira a vinho,
Aqui mora um santinho.

E a resposta para quem não os dá
Esta casa cheira a alho
Aqui mora um espantalho.
Esta casa cheira a unto
Aqui mora algum defunto



Variações ao longo do país 

 
Em muitas outras regiões do país o Pão Por Deus é celebrado. No entanto existe ao longo do território algumas variações do mesmo.

Na estremadura é conhecido muitas vezes como o “Bolinho”, e a tradição é dar bolos festivos especialmente confeccionados nesta época do ano.

Já nos Açores a tradição é dar estas caspiadas, que dizem lembrar a o topo de uma caveira humana, honrando assim também os mortos.

Bolo de Cenoura e Amêndoa



Este bolinho ficou realmente muito bom. Húmido e com um sabor delicioso!









Pré aqueça o forno a 180ºC. Unte uma forma de buraco com manteiga e polvilhe-a com farinha.


Numa tigela, bata bem os ovos com o açúcar. A seguir, junte a amêndoa ralada e continue a mexer.


Acrescente as cenouras raladas, o óleo e o iogurte e mexa tudo muito bem.


Por fim, adicione a farinha e o fermento e envolva até ficar bem integrado.


Leve ao forno a cozer durante cerca de 45 minutos. Faça o teste do palito.


Retire, deixe arrefecer um pouco e desenforme.
Sirva simples ou polvilhe com um pouco de açúcar em pó.

 


 

Broas de Mel receita (Alentejo)

 




Coloca-se 1kg de farinha num alguidar, faz-se uma cova no meio e deitam-se dentro 3 ovos, 250g de açúcar, 2dl de mel, 2 dl de azeite, 2 colh. chá de fermento, 2 de canela e 2 de erva-doce.

Amassa-se tudo com as mãos, moldam-se as broas e pincelam-se com gema de ovo antes de levar ao forno. 

Coloquei pedaços de noz por cima de cada broa (facultativo)

A receita faz cerca de 75 broas.

(pode reduzir-se a quantidade de açúcar, não do mel para não alterar o sabor). Bom apetite !

Bolo de coco cremoso

 


Ingredientes



Para o bolo



4 ovos

150 g Açúcar

100 g Manteiga

100 ml de leite de coco

200 g Farinha

50 g de farinha de coco

1 colher de chá de fermento em pó para bolos

Raspas de limão a gosto



Para a calda e decoração



150 g Leite condensado

100 ml Leite

q.b. de coco ralado




Preparação




Para preparar o bolo de coco húmido, comece por juntar a manteiga amolecida com o açúcar, as raspas de limão e as gemas.



Bata tudo até obter uma mistura bem cremosa e fofa.



Adicione o leite de coco e misture até que a mistura fique homogénea.



Junte a farinha e a farinha de coco a pouco e pouco e misture para que incorporem sem formar grumos.



Bata as claras em castelo e incorpore-as à mistura, mexendo lentamente com uma espátula de cima para baixo.

Por fim, adicione o fermento e envolva.



Leve ao forno pré-aquecido a 180 graus por 30 minutos.

Faça o teste do palito.



Deixe arrefecer por alguns minutos e fure a superfície com um garfo.



Adicione o leite condensado ao leite para torná-lo mais líquido e despeje sobre o bolo uniformemente.



Polvilhe com coco ralado, deixe repousar cerca de uma hora e depois delicie-se! 

 









Tarte de Coco e Natas

 


Ingredientes: 


1 base de massa quebrada ou folhada de compra
120 gr de coco ralado
1 lata de leite condensado (397 gr)
1 pacote de natas (200 ml)
6 ovos



Preparação: 


Pré aqueça o forno a 180ºC.


Estenda a massa numa forma de tartes de fundo removível e pique com um garfo. Apare a massa excedente.


Misture os ovos com o coco, junte o leite condensado e as natas. Misture tudo muito bem.


Verta o preparado sobre a massa e leve ao forno cerca de 20/30 minutos, dependendo do forno. (faça o teste do palito).


Retire do forno, deixe arrefecer um pouco e desenforme.


Decorre com coco ralado.

 

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Torta do Algarve

 



Ingredientes:


500 gr de açúcar (coloquei 450 gr)
100 gr de miolo de amêndoa em pó
100 gr de miolo de amêndoa laminada (coloquei palitada)
8 ovos
2 colheres de sopa de farinha maisena
Canela em pó q.b.
Manteiga para untar
Açúcar para polvilhar (não coloquei)
Papel vegetal




Preparação:


Ligue o forno a 180ºC (ventilação). Forre um tabuleiro (30x28cm) com papel vegetal, unte com manteiga e reserve.


Numa tigela, misture a amêndoa em pó, com o açúcar e a farinha maisena. Junte depois os ovos, previamente batidos, e mexa bem até obter uma mistura homogénea.


Deite a massa no tabuleiro, espalhe por cima a amêndoa laminada e leve ao forno, durante cerca de 35 minutos ou até ficar bem douradinha (Esta esteve só 25 minutos - gosto delas húmidas e menos cozidas). Espete um palito para verificar a cozedura, retire do forno e desenforme sobre um pano polvilhado de açúcar (não coloquei o açúcar).


Rejeite cuidadosamente o papel vegetal, polvilhe com canela em pó e enrole em forma de torta com a ajuda do pano, apertando ligeiramente. Deixe arrefecer, retire o pano com cuidado e sirva.

 

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Broas Castelar de Batata Doce

 


Broas Castelar de Batata Doce, da Rita Fialho

Ingredientes:

1,700 kg de batata doce descascada

500 ml de água de cozer as batatas

1 kg de açúcar branco

6 tangerinas, só a raspa

200 gr de amêndoa ralada, sem casca

200 gr de côco ralado

5 gemas

1 pitada de sal

ovo para pincelar

Preparação:

Coza as batatas com água e uma pitada de sal. Escorra bem e reduza a puré esmagando-as com um esmagador de batatas. Coloque o puré num pano, aperte bem para escorrer ainda qualquer líquido que possa ter.

Entretanto faça o ponto de açúcar pérola. Deite o líquido de cozer as batatas com o quilo de açúcar de deixe fazer o ponto. Se tiver termómetro tem de atingir os 108º, se não tiver, basta colocar o açúcar numa colher, deixar escorrer, se aparecer um ponto em forma de uma pérola, esta feito.

Deixe arrefecer um pouco, junte fora do lume a batata ao ponto pérola sempre a mexer.

De seguida junte o côco e a amêndoa, envolva bem. Bata as gemas e adicione-as com cuidado e sempre a bater. Leve novamente ao lume baixo, só para enxugar a massa. Por fim raspe as tangerinas, envolva. Deixe arrefecer completamente.

Quando a massa estiver bem fria, comece a tender as broas, como se fossem pastéis de bacalhau.

Coloque-as num tabuleiro forrado com papel vegetal, pincele-as com gema de ovo. Leve ao forno pré aquecido a 200º durante 45 minutos, ou até ganharem uma cor loura.

E estão prontas para a sua mesa de Natal.

 

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